Para a maioria das pessoas que participarão do II Colóquio Latino-americano sobre Políticas de Segurança: Enfocando a Primeira Infância, Infância e Adolescência, os maiores determinantes das violências contra a infância são a desigualdade, a pobreza e a exclusão social que atravessam os âmbitos sociais, territoriais e econômicos. Problemáticas estas complexas que são abordadas de maneira deficitária e deficiente pelas políticas públicas.
Ante a pergunta sobre os processos sócio-econômicos que causam maiores impactos em termos da violência social e da violência contra crianças e adolescentes, os/as inscritos/as para participar do encontro do dia 21 e 22 de março expressaram importantes preocupações como:
- A não efetividade da garantia dos direitos e o não reconhecimento das crianças como sujeitos de direito, especialmente daquelas das camadas de baixo poder aquisitivo.
- Ausência, descontinuidade e deficiência de políticas públicas para a inclusão e o papel da mídia na apologia da violência.
- O crescimento e desenvolvimento sem planejamento das cidades que priorizam as pessoas de maior poder aquisitivo e deixam as mais pobres concentradas à margem (periferias), sem direito à cidade.
- A falta de efetividade da justiça.
- A falta de acesso à educação e à rede de serviços públicos.
- As condições precárias de trabalho dos pais, especialmente das mulheres, e a falta de serviços de cuidados básicos necessários aos filhos em sua ausência.
- A escassez de oportunidades para os jovens e a extensão do negocio milionário do tráfico de drogas e suas redes de “trabalho”, as quais favorecem a entrada e o abuso das drogas ilícitas.
- A utilização da força policial nas operações sociais, transformando a questão de segurança pública em caso de polícia.
- A glamourização do consumo e a aquisição de produtos como meio de inclusão social.
- A fragilidade do trabalho inter e multidisciplinar nas políticas setoriais e na sociedade civil.
Agradecemos a enorme participação de todos/as aqueles/as que a partir de suas experiências de trabalho nos oferecem um importante material para a análise sobre os impactos da violência contra a infância na região. Teremos a grande satisfação de contar no Colóquio com a participação de membros de organizações sociais e instituições acadêmicas de distintos estados brasileiros, assim como da Argentina, México, Paraguai, Uruguai e Venezuela.
Convidamos todos/as a continuarem dando contribuições e compartilhando suas experiências através do do nosso site: www.equidadeparaainfancia.org, da nossa página do Facebook Equidade para a Infância, ou do nosso canal no Twitter @Equidadinfancia.
Ante a pergunta sobre os processos sócio-econômicos que causam maiores impactos em termos da violência social e da violência contra crianças e adolescentes, os/as inscritos/as para participar do encontro do dia 21 e 22 de março expressaram importantes preocupações como:
- A não efetividade da garantia dos direitos e o não reconhecimento das crianças como sujeitos de direito, especialmente daquelas das camadas de baixo poder aquisitivo.
- Ausência, descontinuidade e deficiência de políticas públicas para a inclusão e o papel da mídia na apologia da violência.
- O crescimento e desenvolvimento sem planejamento das cidades que priorizam as pessoas de maior poder aquisitivo e deixam as mais pobres concentradas à margem (periferias), sem direito à cidade.
- A falta de efetividade da justiça.
- A falta de acesso à educação e à rede de serviços públicos.
- As condições precárias de trabalho dos pais, especialmente das mulheres, e a falta de serviços de cuidados básicos necessários aos filhos em sua ausência.
- A escassez de oportunidades para os jovens e a extensão do negocio milionário do tráfico de drogas e suas redes de “trabalho”, as quais favorecem a entrada e o abuso das drogas ilícitas.
- A utilização da força policial nas operações sociais, transformando a questão de segurança pública em caso de polícia.
- A glamourização do consumo e a aquisição de produtos como meio de inclusão social.
- A fragilidade do trabalho inter e multidisciplinar nas políticas setoriais e na sociedade civil.
Agradecemos a enorme participação de todos/as aqueles/as que a partir de suas experiências de trabalho nos oferecem um importante material para a análise sobre os impactos da violência contra a infância na região. Teremos a grande satisfação de contar no Colóquio com a participação de membros de organizações sociais e instituições acadêmicas de distintos estados brasileiros, assim como da Argentina, México, Paraguai, Uruguai e Venezuela.
Convidamos todos/as a continuarem dando contribuições e compartilhando suas experiências através do do nosso site: www.equidadeparaainfancia.org, da nossa página do Facebook Equidade para a Infância, ou do nosso canal no Twitter @Equidadinfancia.
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